"Entre a vitória real e a moral há margem para todos os argumentos."
Carlos Drummond de Andrade

Olá! Este blog é dedicado à minha maior paixão, o futebol. Aqui serão publicados meus escritos com dados, análises, críticas e opiniões acerca dos principais acontecimentos desse esporte. Sempre que possível, pretendo incluir notícias de campeonatos, seleções e clubes estrangeiros, além de informações sobre outros esportes que venham a ser convenientes. Tentarei (em vão) equilibrar coração e razão, pois escrever movida pelo fanatismo é um presságio para um texto sem credibilidade, no entanto, como eu já disse, futebol é uma paixão e isso me ajudará a escrever com afinco e entusiasmo! 

Pra quem não identificou, o layout tem como tema o jogador Alex, frisando sua passagem gloriosa pelo Palmeiras. Ele é quem eu posso chamar de ídolo, pois o acompanho desde o Brasileirão de 97. Atualmente, mesmo longe do Verdão [brilhando em gramados turcos pelo Fenerbahçe], continua a me maravilhar.



:: Perfil ::

"Cumpri o dever e não driblei o meu destino. Meu destino era amar o futebol. Amei-o."
Paulo Mendes Campos

Meu nome é Clarice e tenho 22 anos. Sou palmeirense e, na minha terra, simpatizo com o Vozão, o Ceará.

Adoro qualquer esporte. Acho que o deleite de um atleta alcança o cume das sensações e é superior a qualquer outro prazer. 

Já gostei mais de Fórmula 1. Mesmo após a morte de Senna, continuei acompanhando as temporadas. No entanto, durante a hegemonia de Schumacher, comecei a considerar a modalidade previsível e enfadonha visto que não possuo tantos conhecimentos tecnológicos. O que sempre me atraiu foi o aspecto esportivo: disputa, tática e talento individual do piloto. Nos últimos anos, tento retomar o hábito de ver os GPs.

Nunca sequer andei de patins, mas aprecio bastante assistir às exibições de esportes radicais. 

Preferia Paula à Hortência. Sou uma das únicas pessoas que não criticou Guga em seu desejo obstinado de continuar jogando mesmo com todos os entraves físicos. Defendo os estaduais e gosto de campeonatos disputados por pontos corridos, apesar de não abominar competições com partidas eliminatórias. 

Já joguei futsal por muito tempo. Fui capitã, pivô titular e camisa 10 da seleção do colégio. Parei por causa de um problema no joelho (patela lateralizada). Minha meta é voltar a jogar. Desde que me machuquei, venho sofrendo da abstinência. Sinto o vazio que tomaria Camus sem o absurdo, Lispector sem suas epifanias e Gessinger sem sua parabólica.

Caso alguém queira colaborar com um artigo sobre qualquer esporte, uma crônica, uma crítica, o que for, por favor, pode entrar em contato comigo no e-mail caicinha@hotmail.com ou aderir à comunidade do Beijos Pra Torcida no orkut.

Se quiser saber mais sobre mim, acesse meu blog pessoal.



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Alex faz Fenerbahçe sonhar
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- Alex, contra a carência de futebol
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"Bem-aventurados os que não escalam, pois não terão suas mães agravadas, seu sexo contestado e sua integridade física ameaçada, ao saírem do estádio. Bem-aventurados os que não são escalados, pois escapam de vaias, projéteis, contusões, fraturas, e mesmo da glória precária de um dia."
Carlos Drummond de Andrade
























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"Mais do que os homens lutam no gramado, há o espetáculo dos que trepam nas arquibancadas, dos que se apinham nas gerais, dos que se acomodam nas cadeiras de pistas. Nunca vi tanta semelhança entre tanta gente. Todos os setenta mil espectadores que enchem um Fla-Flu se parecem, sofrem as mesmas reações, jogam os mesmos insultos, dão os mesmos gritos. Fico no meio de todos e os sinto como irmãos, nas vitórias e nas derrotas. As conversas que escuto, as brigas que assisto, os ditos, as graças, os doestos que largam são como se saía entre tanta gente. Todos os setenta mil" 
José Lins do Rego

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 giovedì, marzo 27, 2008

Defesa que canta e vibra

Com os desfalques do atacante Kleber, suspenso por 3 rodadas, e do zagueiro Henrique, à serviço da seleção brasileira, o Palmeiras enfrentou a Portuguesa ontem, no Parque Antarctica, reforçado por mais de 19 mil torcedores. Apesar do ambiente favorável, da boa fase e da qualidade da equipe, não foi uma partida fácil.

Alex Mineiro, artilheiro do time na competição, não estava bem. Perdeu dois gols feitos e, noutras jogadas, pareceu-me meio perdido em campo. Os armadores alviverdes tocavam a bola com competência, porém faltava objetividade e um apoio mais incisivo dos laterais. Sem contar a tendência viciosa dos palmeirenses a afunilar, centralizar as jogadas, e suas tentativas frustradas de passar por 5 marcadores postados na entrada da área adversária.

No contra-ataque e nas bolas paradas, a Portuguesa ameaçava. Houve, inclusive, um lance em que, segundo minha opinião, Pierre cometeu pênalti. Num momento anterior, o mesmo cabeça-de-área já havia tirado a bola de cima da linha do gol, salvando o Verdão. À parte gols perdidos e pênalti ignorado, o jogo começou a tender para o placar de 0 a 0. Nem os 5 minutos de acréscimo - justíssimos por sinal - pareciam prenunciar um vencedor.

Entrevistado após o apito final, Marcos confessou que, próximo ao término do jogo, já pensava o que declararia sobre o empate dentro de casa. Creio que a maioria dos jogadores estava na mesma situação. A torcida, no entanto, mostrou que não deixaria os Jardins Suspensos até os 50 minutos encerrados. Chegou a lembrar a massa palmeirense de outrora, que viu jogos decidirem-se em poucos minutos, até segundos, naquela mesma arena.

Embora torcida não ganhe jogo, se apenas um daqueles torcedores pudesse entrar em campo, a vitória seria nossa. Enquanto Leandro posicionava-se para cobrar a falta e o time encaminhava-se para sua provável última tentativa, identifiquei um dos nossos além do fosso, com chuteira, meião, calção e camisa. Era o zagueiro David gesticulando para a torcida, pedindo o apoio dos seus. E foi ele quem voou para cabecear a bola que, do travessão, sobrou para Diego Souza assistir Preá.

Vitória da torcida, que acreditou até o fim, e de seu representante entre as quatro linhas, tão criticado exatamente por "parecer um torcedor em campo". David, zagueiro formado na nossa base, mostrou que "parecer um torcedor em campo" nem sempre é um demérito. Já Marcos, que confessou ter se desenganado da vitória a uma certa altura, rendeu-se ao amor palestrino e voltou a se mostrar o nosso mais ilustre simplório torcedor: abraçou-se com um gandula e nos remeteu aos (não tão) velhos tempos de vitórias "na raça" e no último minuto, que faziam explodir toda a massa alviverde - incluindo gandulas, maqueiros, massagistas... Talvez David lembre-se dessa época tão bem quanto eu.

Clarice 18:12
Senta a pua, quebra o pau, manda brasa, solta a franga, sai de baixo, baixa a lenha, manda ver, roda a baiana!


 martedì, marzo 25, 2008

Apesar de Eros Ramazzotti sempre soar meio fanho e a qualidade do Youtube não colaborar, a música casou perfeitamente com as imagens e o sentimento palestrino. Vale a pena assistir ao vídeo.



Più bella cosa non c'è
più bella cosa di te
unica come sei
immensa quando vuoi
grazie di esistere!



"Explicar a emoção de ser palmeirense, a um palmeirense, é totalmente desnecessário. E a quem não é palmeirense, é simplesmente impossível!" Joelmir Beting

Clarice 12:26
Senta a pua, quebra o pau, manda brasa, solta a franga, sai de baixo, baixa a lenha, manda ver, roda a baiana!


 venerdì, marzo 14, 2008

Alex, contra a carência de futebol
por Ugo Giorgetti

Vi, por puro acaso, o teipe de Sevilla e Fenerbahce, que decidia quem passava para outra etapa de algum campeonato europeu. O Sevilla é muito ruim e o Fenerbahce também. Só correria desenfreada de um lado e de outro, jogadores perseguindo-se uns aos outros ferozmente, como matilhas de cães que se atacam. Havia uma série de brasileiros em campo, o que comove muita gente, mas não a mim. Tinha todos os motivos para mudar de canal ou, melhor ainda, desligar de vez o aparelho. Afinal posso muito bem reconhecer que o futebol mudou, que tem outras características, que a modernidade exige que se veja futebol por outros ângulos, que não se volta para o passado, enfim, reconhecer tudo isso, mas não sou obrigado a aceitar.

Depois de uns três minutos, quando Luiz Fabiano já tinha matado de canela duas vezes, tinha acontecido a mesma coisa com um ex-brasileiro do Fenerbahce, que, parece, virou turco, e eu já estava em pleno ato de apertar o controle remoto, ele apareceu. Foi uma jogada simples, um mero toque de primeira, um leve tapa na bola e quatro esforçados sevilhanos, apesar de se esfalfarem, viram a bola passar caprichosamente a milímetros deles e encontrar um turco livre, sozinho, feliz de receber uma bola redonda, no pé. (O que o turco fez com a bola que recebeu já é uma outra história).

De qualquer forma ali estava Alex. E lá fiquei os noventa minutos. Minha torcida não era pra nenhum dos dois times, não fazia questão de gols e mesmo a disputa de pênaltis me deixou indiferente. Torcia só para que dessem a bola para ele. E percebi no ato como estava carente de ver futebol, como tenho sido maltratado ultimamente. Porque Alex não fez nenhuma jogada excepcional, nenhum lance de levantar o estádio, apenas ao invés de correr atrás da bola fez a bola correr.

Simples, não? Em outros tempos todos os grandes meio-campistas faziam isso. Atualmente parece impossível. Mas não é. Quem viu Fenerbahce e Sevilla pôde constatar. Alex não mudou nada em relação ao que fazia no Brasil. Não corre atrás de ninguém. Apenas cerca e toma algumas bolas de vez em quando. A coisa muda realmente quando ele está com a bola. Os vigorosos e toscos meio-campistas do Sevilla sabiam disso, Alex era marcado implacavelmente. Não adiantou nada.

Não adianta marcar alguém que não erra passe, que sempre encontra um companheiro livre, que quando parece que vai perder a bola dá um toque de primeira perfeito, que de vez em quando dá dois ou três dribles e parte sobre a defesa adversária, que faz a bola correr pra frente e não para o lado.

Esse jogo provou que um grande jogador "antigo" pode jogar, e muito, no futebol "moderno". De resto, havia dois craques em campo. Um dentro e outros fora, os dois do Fenerbahce. Alex e, no banco, Zico. Em nenhum momento do jogo a câmera flagrou Zico gesticulando furiosamente ou fazendo gestos delirantes. Ele, porque foi um craque, se limitou a proteger o seu craque e deixar o time jogar. Colocou alguns jogadores esforçados e obedientes protegendo Alex, num certo sentido fazendo o trabalho dele na marcação, e, principalmente, deixando que ele, Alex, começasse todas as jogadas do time.

Pena que o maestro do Fenerbahce sirva para o Zico, mas não para o Dunga. Mas explica-se: Zico era um jogador da rara estirpe do Alex. Dunga estava mais para Mehmet Aurélio.

Clarice 10:27
Senta a pua, quebra o pau, manda brasa, solta a franga, sai de baixo, baixa a lenha, manda ver, roda a baiana!


 giovedì, marzo 22, 2007

Bem intencionado, mal sucedido


Após a partida de ontem, as chances de o Palmeiras avançar às oitavas-de-final da Copa do Brasil foram drasticamente reduzidas. Além da derrota, o time não conseguiu sequer marcar um gol na casa do adversário. A situação é delicada visto que, segundo o regulamento da competição, o Alviverde de Palestra Itália só obterá a classificação caso vença a partida de volta por três gols de diferença ou, na melhor das hipóteses, ganhe por 2 a 0 no tempo normal, placar que ainda o levaria à disputa de pênaltis.

Apesar do resultado ruim e suas péssimas conseqüências, o time não jogou tão mal. Alguns erros bobos, no entanto, podem ter custado a longevidade da equipe no torneio. E se houve um principal culpado, não seria absurdo apontar o treinador Caio Jr como tal. Embora não se defenda a queda do comandante, é inegável sua responsabilidade no fracasso desta quarta. Sem contar com Valdivia - servindo a seleção do Chile - e Edmundo - poupado devido à idade avançada -, o técnico escalou Francis, volante, e Cristiano, atacante velocista, em seus lugares. Quanto ao cabeça-de-área, a escolha não foi ruim visto que a marcação do time realmente encontrou bastante trabalho. Por outro lado, deve-se contestar a entrada de Cristiano como titular. Focando apenas as características do atleta, há até coerência em sua escalação. Na prática, entretanto, não se pode confiar num jogador cuja técnica mostre-se tão limitada, principalmente sob tais circunstâncias. Ao lado de Osmar, que também não é um primor tecnicamente, o ex-paranista apresentou-se aquém do (pouco) esperado. Diante disto e considerando as demais opções do elenco, a escolha feita por Caio Jr ganha ares ainda mais grotescos: Willian e Florentin - relacionados para o banco - seriam certamente mais úteis.

Para a comissão técnica palmeirense, seria bem interessante e salutar investigar a origem do erro que culminou no segundo gol e, deste modo, trabalhar aspectos de concentração e fundamentos. Os posicionamentos de zagueiros, laterais e volantes também devem ser analisados. A apatia da marcação em certos momentos, principalmente no lance do primeiro gol, é outro ponto que merece atenção. Nenhuma dessas falhas, todavia, prejudicou o Palmeiras tanto quanto a improdutividade ofensiva da primeira etapa. A incumbência da armação caía toda sobre os ombros de Michael, que contava apenas com o auxílio tímido e desordenado de Martinez. Pra completar o lado esquerdo, Leandro não estava em uma de suas melhores noites. Já pela direita, Wendel ficava isolado, impelido a trabalhar com o fraco Cristiano, o atabalhoado Osmar e, vez ou outra, os cabeças-de-área.

Coincidência ou não, a partir da entrada de Willian no intervalo, a equipe paulista melhorou bastante. Comparando todos os atributos deste jovem palmeirense aos de Cristiano, acentua-se a infelicidade de Caio Jr com relação à escalação inicial. Além de estruturalmente mais forte, tecnicamente mais refinado e melhor finalizador (apesar de ter perdido uma grande chance de gol), Willian não deve nada ao ex-paranista quanto à velocidade. Observou-se ainda que sua entrada melhorou o desempenho dos demais jogadores e deu maior incisão ao contra-ataque palmeirense.

No contexto do jogo, também podemos criticar, por exemplo, a insistência de Edmilson em bater uma falta já nos acréscimos e a indefinição de David e Francis no segundo gol do Ipatinga. Porém nada se compara ao equívoco de desperdiçar 45 minutos em função da escalação de um jogador que, além de fraco e pouco significativo para o futebol brasileiro, ainda não teve uma boa atuação pelo Palmeiras - ao contrário de todos que concorriam à sua vaga. Diante desta virtual eliminação, terá Caio Jr assimilado a hierarquia de critérios que devem ser considerados no momento de escalar uma equipe? Ou o treinador insistirá em priorizar este ou aquele jogador de sua confiança?

Clarice 14:33
Senta a pua, quebra o pau, manda brasa, solta a franga, sai de baixo, baixa a lenha, manda ver, roda a baiana!


 domenica, marzo 11, 2007

Com a massificação da tv a cabo e, conseqüentemente, dos canais com programações integralmente esportivas, reconhecemos mais claramente uma categoria peculiar de torcedor: o analista. Munidos de transmissões oriundas de todo o planeta, assim como mesas-redondas e boletins diários, esse telespectador é tão informado quanto a maioria dos jornalistas do ramo. De fato, os alvos não são apenas os clientes da tv paga. Os canais abertos também exibem telejornais esportivos, mesas-redondas e diversos campeonatos domésticos e europeus. Trocando em miúdos: o "grupo de risco" é cada vez maior.

Além da voracidade por notícias e lances fresquinhos, o tal torcedor-analista absorveu outros traços jornalísticos. Dentre eles, o principal parece ser o vício de comentar soberbamente sobre algo que pouco conhece. Esta ignorância é compreensível e comum visto que, devido à falta de tempo, é impossível que telespectadores e comentaristas saibam tudo. Desconhecimento perdoável até o momento em que se aventuram naquilo que não sabem.

Há vários chavões e discursos feitos dentro desta categoria na qual torcedores posam de jornalistas e os últimos, apesar de se gabarem de uma pretensa imparcialidade, parecem torcedores. O que mais os degrada, no entanto, não são suas tendências mal-disfarçadas nem suas retóricas pedantes. Na verdade, sua característica mais desmoralizante é agir exatamente como aqueles que criticam. Não há melhor exemplo do que os dirigentes que contratam jogadores conhecendo-os por DVD ou através de indicações de terceiros. Como são ridicularizados pelos cientistas do futebol! Pensando melhor, entretanto, esses cartolas estúpidos não se equivalem aos jornalistas que começam uma análise com os seguintes dizeres: "não acompanhei tal partida, mas o time x pareceu assim e assado segundo os lances... " ? E os torcedores rivais que falam o que querem do teu time e, ao serem perguntados se assistiram ao jogo, respondem que "não, só os melhores momentos". Certamente belíssimos embasamentos!

Clarice 23:00
Senta a pua, quebra o pau, manda brasa, solta a franga, sai de baixo, baixa a lenha, manda ver, roda a baiana!


 lunedì, febbraio 19, 2007

Troféu Victor Hannover
Para declarações anto(a)lógicas

No quesito criatividade, eis uma metáfora nunca dantes vista, proferida por Marco Aurélio Cunha, o lenhador de bonsai:

"Estou no Carnaval e tem gente que já está na Quarta-Feira de Cinzas." (Frase digna de matéria do Globo Esporte!)
Após a rodada do Paulista realizada no último sábado, alfinetando os rivais.


Quanto à erudição, ninguém supera o Clodô, vulgo Emerson Leão:

"Teve um pênalti escandaloso em cima do Daniel. Ele interferiu na possibilidade de possivelmente nos possibilitar um empate possível." (Não foi exatamente assim, mas o que podemos afirmar com exatidão nesta inexata jornada mundana, não é mesmo?)
Comentando a derrota no clássico contra o São Paulo, por 3 a 1, pelo Campeonato Paulista.


Referente ao pensamento lógico, devo premiar o incognoscível eufemismo do Marcão para descrever o lance em que caçou borboletas:
"Tinha três jogadores no primeiro pau, Francis, Wendel e Martinez, mas ninguém acompanhou o camisa 9. Eu fui trombar com o cara e ele se antecipou." (Este também merece o troféu Rogério Ceni para a cara-de-pau.)
Isentando-se de responsabilidade no gol marcado por Luciano, atacante do Rio Claro, no empate em 1 a 1 no último sábado.

Clarice 13:26
Senta a pua, quebra o pau, manda brasa, solta a franga, sai de baixo, baixa a lenha, manda ver, roda a baiana!


 martedì, febbraio 06, 2007

Galvanices 2007
Ele nunca nos abandona

Eis os "melhores momentos" de Portugal 2x0 Brasil:

Muito atualizado acerca do futebol mundial, especialmente a Bundesliga 2006-2007, Galvão Bueno afirmou que o Werder Bremen lidera o Campeonato Alemão (na verdade, o atual primeiro colocado é o Schalke 04 que, a propósito, derrotou o Werder na última rodada). Além disso, nosso mentor demorou horas para lembrar - ou seja, receber a informação através do ponto - o nome do artilheiro do campeonato (no caso, um dos artilheiros). Só dizia "o companheiro de clube de Diego". Quanto ao "colega de Diego", não se tratava de uma figura insignificante ou nova, mas Klose, o goleador da última Copa do Mundo.


Mais pérolas do gênio, retiradas da comunidade do Orkut EU ODEIO O GALVÃO BUENO:

Quando o Brasil tomou o primeiro gol, disse ele: "É, amigo, Portugal tem sete finalizações no segundo tempo e o Brasil nenhuma". Depois, segundos antes de o Brasil levar o segundo, lá vem ele: "Não sei se o Brasil merecia isso, foi um jogo de igual pra igual". Pouquíssimos segundos depois, os portugueses fazem o segundo e: "É uma vitória convincente".

Thaís Maximino


A Besta falou "não gosto de jogador que fica passando o pé sobre a bola". Alguém lembra desta Besta dizendo que o Denilson era um dos maiores do mundo só porque fazia isso?

Marcelo Ruiz Camargo


"Claro que Cristiano Ronaldo teria vaga. Ele se chama Ronaaaaaaaaaaldo!"

Contribuição de Milton Miszputen


O Arsene Wenger virou WengLer...

Marcelo


Impressão minha ou o Tino Marcos mandou brasa dizendo que o Adriano iria pagar o PULGATÓRIO ficando no banco da seleção brasileira? Pelo amor de Deus, alguém me desminta ou vou achar que burrice é "contaminosa".

Luciano


A desinformação: ele não sabia que o Tiago entrou no lugar do Maniche e disse durante a escalação que o J. Andrade estava na Copa (não, sua anta, ele quebrou o pé meses antes). Quando citou os times de Londres da 1ª divisão, esqueceu o Fulham, e NÃO FALOU NENHUMA VEZ O NOME DO ESTÁDIO: Emirates Stadium. Ele falava "no estádio do Arsenal". Melhor, pior seria ele TENTAR falar o nome.

Rafael Senna


"E hoje tem paredão no BBB. Felipe ou Alberto, quem sai, ARNALDO?"

Contribuição de João Carlos Dienstmann

Clarice 19:41
Senta a pua, quebra o pau, manda brasa, solta a franga, sai de baixo, baixa a lenha, manda ver, roda a baiana!


 venerdì, gennaio 19, 2007

Cuore verde e bianco





Retornando...

Clarice 00:07
Senta a pua, quebra o pau, manda brasa, solta a franga, sai de baixo, baixa a lenha, manda ver, roda a baiana!


 mercoledì, ottobre 25, 2006

Miau



Nem sei se é matematicamente possível, mas diante de suas posições na tabela, se simulássemos o rebaixamento de Corinthians, São Caetano e Palmeiras ao fim do campeonato, os 3 times que Leão dirigiu neste Brasileirão jogariam a Série B de 2007. Quanta competência!

Clarice 14:57
Senta a pua, quebra o pau, manda brasa, solta a franga, sai de baixo, baixa a lenha, manda ver, roda a baiana!


 martedì, ottobre 24, 2006

Voltando com o blog pela 2928742304a vez...

Clarice 14:25
Senta a pua, quebra o pau, manda brasa, solta a franga, sai de baixo, baixa a lenha, manda ver, roda a baiana!


 lunedì, agosto 14, 2006

Claca e Teco



Teco: Se o Enílton é o HENRYnilton, o Edmundo é o RIBEmundo?
Claca: Não, o Juninho é o RIBERYnho. Até pelas características combina mais.
Teco: É mesmo. o Sérgio é o Barthez então. Nem precisa de trocadilho.


Pra entender melhor, clique aqui.

Clarice 14:34
Senta a pua, quebra o pau, manda brasa, solta a franga, sai de baixo, baixa a lenha, manda ver, roda a baiana!


 lunedì, agosto 07, 2006

Um dia já almejei inocentemente ser cronista profissional. Agora quero jogar bola. Profissionalmente. Tenho igual capacidade e estou me encaminhando para uma boa forma clínica, física e técnica. Então, quando eu atingir este patamar, poderei falar o que acompanho assiduamente no futebol. E quando um cara achar que detém a razão neste tema tão cheio de nuances, partindo da única premissa de que é homem, então eu chamo o machão pra um bate-bola e a gente vê quem tem mais embasamento pra falar.

Clarice 23:50
Senta a pua, quebra o pau, manda brasa, solta a franga, sai de baixo, baixa a lenha, manda ver, roda a baiana!


 mercoledì, agosto 02, 2006

ULtimão

Clarice 19:47
Senta a pua, quebra o pau, manda brasa, solta a franga, sai de baixo, baixa a lenha, manda ver, roda a baiana!


 venerdì, giugno 23, 2006

Clarice 19:35
Senta a pua, quebra o pau, manda brasa, solta a franga, sai de baixo, baixa a lenha, manda ver, roda a baiana!


 mercoledì, giugno 21, 2006

Big Phil setting records



Felipão, Scolari, Big Phil… o importante é que não faz referência a uma videira!

Na partida entre Portugal e México, dois closes dados pela transmissão oficial foram emblemáticos. De início, durante a execução do hino lusitano, flagrou-se o gaúcho entoando o famigerado verso "aàas aaarmas". Emocionante sem fazer média, primando por suas características autenticidade e simplicidade.

Já na segunda etapa, enquanto orientava o atacante Nuno Gomes, que substituiria Postiga na seqüência - boa troca segundo minha concepção, pois eu pouco via o Postiga na área mexicana -, foi possível lermos nos lábios do comandante algo da estirpe de "P(oxa)Q(ue)P(útrido), faça um gol nessa m****…".

Com o placar finalizado em 2 a 1 a favor de Portugal, presenciamos a décima vitória consecutiva de Luiz Felipe Scolari em Copas do Mundo, técnico recordista desde a partida contra a Angola quando ele somou seu oitavo êxito em continuidade. Até então, Felipão co-liderava a lista juntamente com Vittorio Pozzo, que obteve sete sucessos em seqüência dirigindo a Itália nas competições de 1934 e 1938. Ou como diz o site oficial da FIFA: In the eyes of many fans and commentators, Pozzo’s record would never be beaten in the modern era. But the former Gremio and Palmeiras coach has succeeded where so many great coaches before him failed. [Do ponto de vista de muitos fãs e comentaristas, o recorde de Pozzo nunca seria batido no futebol moderno. No entanto, o ex-comandante de Grêmio e Palmeiras (acrescento: Deus para gremistas e palmeirenses) foi bem sucedido em tal intento ao passo que outros grandes treinadores já haviam fracassado].

Scolari goes down in history! [Pé-de-uva, vá catar coquinho!]

Clarice 23:20
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 giovedì, maggio 11, 2006

Junior ¬¬ diz:
E aê, temos esperanças na convocação de segunda? Tá chegando!

cla diz:
Quanto ao Alex ou o Marcão?

Junior ¬¬ diz:
Mais o Alex. O Marcos está dizendo que não quer jogar no domingo. Se ele está dizendo isso, quer dizer que ele já falou com o Parreira e tá tudo certo...

cla diz:
Ah sim...

cla diz:
Tá complicado pro Alex.

cla diz:
Parreira disse hoje ou ontem que vai ter muito bairrismo e clubismo...

cla diz:
Clubismo deve ser Gustavo Nery e Ricardinho.

Junior ¬¬ diz:
Nossa, isso é verdade!

Junior ¬¬ diz:
Pior que faz seculos que os dois não tão jogando nada...

Junior ¬¬ diz:
Comentaristas disseram que o Zé Roberto poderia deslocar pra esquerda, se precisasse, e também que há tempos o Ricardinho não está jogando nada, se poupando. Então "teoricamente" sobrariam 2 vagas. Mas, enfim, o Parreira não é inteligente...

cla diz:
Não me importo com essa seleção.

cla diz:
Quero é que perca!

cla diz:
Só torço a favor se o Alex for...

cla diz:
... porque normalmente eu torço é contra!

Junior ¬¬ diz:
Mas, enfim...

Junior ¬¬ diz:
A esperança é a última que morre....

Junior ¬¬ diz:
...me lembra o Ademir da Guia... injustiçado também... na seleção.

cla diz:
E nem por isso o cara foi menos genial!

cla diz:
Seleção tem muito conchavo,

cla diz:
muito dedo de empresário...

cla diz:
A Nike já lançou a camisa com o nome do Robinho... já tão vendendo...

cla diz:
Agora ele tem que ir de qualquer jeito, né...

Junior ¬¬ diz:
Isso é verdade.

Junior ¬¬ diz:
Muito verdade!

Junior ¬¬ diz:
Aliás o Kaká foi no lugar do Alex também por causa disso...

Junior ¬¬ diz:
na Copa de 2002

Junior ¬¬ diz:
Por que o Ricardinho foi chamado depois, não entendo...

cla diz:
Pro lugar do Emerson.

cla diz:
Pior ainda!

cla diz:
Fosse ao menos um volante pro lugar do Emerson...

Junior ¬¬ diz:
Então

Junior ¬¬ diz:
Tomara que o Luxa assuma depois. Então o Alex tem muita chance...

cla diz:
Uma chance maior, mas não sei se tão maior assim...

cla diz:
Porque ele está com 27/28 anos... a imprensa que já "adora" o Alex vai dizer que tá velho...

Junior ¬¬ diz:
haha.. é verdade....

cla diz:
foda

cla diz:
Mas levando pro lado mais piegas e conformado

cla diz:
Alex é o oposto desses queridinhos da mídia: enche os olhos sem precisar utilizar um marketing pesado, joga onde quer e não pra fazer um clube de vitrine além de tentar fazer história por todo lugar que passa, recusando-se a usar equipes como "pontes".

Junior ¬¬ diz:
Verdade... é tão dificil um jornalista com essa sua visão!

cla diz:
Por isso que são jornalistas!! :p

Junior ¬¬ diz:
Concordo plenamente. :D

Clarice 21:55
Senta a pua, quebra o pau, manda brasa, solta a franga, sai de baixo, baixa a lenha, manda ver, roda a baiana!


 mercoledì, maggio 10, 2006

www.AlexNaCopa.com



Fãs do grande meia-armador Alex - atuando no time turco Fenerbahçe e que já brilhou em nossos gramados trajando as camisas de Coritiba, Palmeiras e Cruzeiro - esboçavam há um bom tempo o seguinte brado "Alex fora da Copa: eu torço contra". Nunca repeti tais dizeres, pois em condições normais já torço contra a seleção brasileira. Portanto, meu lema é "se o Alex for, passo a torcer a favor". Falando sério agora: vale a pena conferir o seguinte trabalho de dois fãs do Maestro em http://www.alexnacopa.com. O site ficou belíssimo e está completinho. O vídeo (ver ou ) é a melhor compilação futebolística que já vi.

Clarice 15:11
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 giovedì, maggio 04, 2006

Mea culpa, expressão em desuso

Apenas uma introdução do que escreverei em breve acerca da atual temporada alviverde, cujo fracasso não é assumido, apenas apontado. Logo explicarei por que vejo vários responsáveis e nenhum grande mártir. Eis algumas palavras do Kleine, que serviriam de prefácio a um dossiê por mim assinado:


"Horas depois de ter escrito minha última coluna, Leão caiu. Já era de se esperar. Ficou evidente que os jogadores não agüentavam mais ele e que depois de levar de 6 do super time do Figueirense (no último final de semana eles perderam em casa pro Cruzeiro, o que mostra como jogamos aquela partida sem vergonha na cara), Leão nos deixou. Melhor, "foi deixado", despedido e saindo de fininho. Ele não ter ido à Academia se despedir dos jogadores é o anúncio público do péssimo relacionamento dele com grande parte do elenco.

Leão é uma pessoa difícil, autoritário e nada amigo dos jogadores. E o preparador físico, sobrinho dele, pelo jeito é um "Menguele" da preparação física. Vários jogadores com contusão muscular e o time andando em campo mostraram isso. Ao assumir, Vilar disse que dava pena a preparação física. É o nepotismo no futebol.

Leão foi um bom técnico por um tempo. Já disse aqui nas últimas colunas que ele estava perdido: plano tático indefinido e aquela mania de perseguição dele que enchia a paciência. Leão é muito vaidoso, e pelo jeito que ele fala, não tem Q.I. para ser vaidoso. Grande Atleta, ídolo nosso, mas não é dono da verdade. Obrigado, Leão, e na minha modesta opinião, ganhar 300 paus por mês para dirigir um time daquele jeito não é certo. Você devia ganhar uns 10 mil por mês pelo que andava fazendo.

Em contrapartida não vou aqui poupar nossos atletas..."

Eu, Clarice, continuo na próxima publicação...

Clarice 18:58
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 giovedì, aprile 06, 2006

Claca e Teco



TV: Os Estados Unidos bla bla bla com o bla bla bla do ex-ministro José Dirceu.

Teco: Que diferença fazem os ladrões daqui pros EUA?? Não sei o nome de quase nenhum político de lá.
Claca: Heheheh... nem eu. Ignoro a maioria dos nossos vizinhos, aliás. Sabe o nome do presidente da Argentina?
Teco: Não, mas sei o do técnico da seleção.
Claca: Dã, quem não sabe que é o Pekerman!?!

Clarice 14:45
Senta a pua, quebra o pau, manda brasa, solta a franga, sai de baixo, baixa a lenha, manda ver, roda a baiana!


 giovedì, marzo 02, 2006

Leão 100 vezes Porco



Apesar de questionar alguns pontos do trabalho de Leão quando julgo que o treinador falhou decisivamente para um insucesso alviverde, acredito em sua competência e sou grata por suas contribuições ao Palmeiras. Felicito o técnico por sua centésima partida no comando do Alviverde Imponente desejando-lhe uma longínqua e pacífica permanência no cargo, laureada por sucessos através da simplicidade que ele tanto defende, a humildade que geralmente lhe falta e uma postura honrosa que faça valer todo carinho que a nação palestrina dedica-lhe.

"Contra o Atlético Nacional, da Colômbia, o técnico Émerson Leão completará 100 jogos como treinador do Palmeiras. Até agora foram 52 vitórias; 32 empates e 15 derrotas. Vale lembrar que o treinador que mais vezes comandou o Palmeiras foi Osvaldo Brandão, com 580 jogos."
PVC - Lance!

Clarice 05:01
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